17 nov

Suicídio

O suicídio em si não é uma doença, nem necessariamente a manifestação de uma doença, mas deve se atentar ao fato de que alguns transtornos mentais constituem-se em um importante fator associado com o acontecimento do suicídio.

O suicídio, por exemplo, é um fator de risco significativo na depressão não reconhecida e não tratada. A depressão tem uma prevalência alta na população geral e não é reconhecida por muitos como uma doença. Estima-se que 30% dos pacientes vistos por um médico sofram de depressão e aproximadamente 60% daqueles que procuram tratamento inicialmente procuram um clínico geral. Isso pode ser revertido tranquilamente para a hipnoterapia onde os resultados podem ser alcançados rapidamente e de maneira satisfatória.

Os estudos, tanto nos países desenvolvidos quanto nos países subdesenvolvidos, revelam uma prevalência total de transtornos mentais de 80 a 100% em casos de suicídios com êxito letal. Estima-se que o risco de suicídio ao longo da vida em pessoas com transtornos do humor (principalmente depressão) é de 6 a 15%; com alcoolismo, de 7 a 15%; e com esquizofrenia, de 4 a 10%. Existe também alguns outros motivos que infelizmente agrava o quadro de depressão e acarreta em suicídio: anorexia, bulimia, TOC, AIDS, vicio em drogas, tumores malignos, desemprego, luto e rejeição.

Na maioria dos países, mais indivíduos do sexo masculino cometem suicídio, a razão masculino/feminino, no entanto, varia de país para país. A China é o único país no qual os suicídios de mulheres ultrapassam os suicídios dos homens nas áreas rurais, e as taxas são aproximadamente iguais nas áreas urbanas.

Os mais idosos (mais que 65 anos) e os mais novos (15-30 anos) são grupos etários de risco aumentado para suicídio. Dados recentes sugeriram um aumento nas taxas de suicídio em homens de meia-idade.

Pessoas solteiras, viúvas ou divorciadas estão em maior risco para suicídio. O casamento parece ser protetor para o sexo masculino em termos de risco de suicídio, mas não tão significativamente para as mulheres. Separação e morar sozinho aumentam o risco de suicídio.

Vale ressaltar que qualquer pessoa que trama o suicídio não deseja realmente morrer.

Esta pessoa tem uma vontade imensa de viver, mas não consegue se ver livre do problema que enfrenta e encontra no suicídio a única saída. É lamentável, porém é uma realidade em todo o mundo. Qual é o papel da hipnoterapia nesse caso? Com a hipnose clínica e suas várias ferramentas a origem do trauma é descoberta e o problema é tratado (sem remédios). O paciente se liberta das memórias negativas passando por uma ressignificação, ganha o autocontrole e conscientemente atesta que havia se enganado quanto ao suicídio ser a única forma de ficar livre das perturbações.

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