07 nov

Baixa autoestima

Milhares de pessoas passam por problemas de autoestima baixa. Elas quase sempre enfrentam os mesmos dilemas e dificuldades. Geralmente se sentem feias ou inferiores, não gostam nem de fotografias, se julgam demasiadamente e vivem sempre enxergando e destacando os próprios defeitos. E quando recebem elogios não concordam ou pensam que quando o fazem é porque estão buscando agradar meramente por educação. Uma característica muito comum é que estão sempre se comparando aos outros. Isso certamente só diminui a própria pessoa, visto que cada um tem as suas qualidades específicas e personalidade, portanto, não devem ser copiadas. Imagine alguém começando hoje na academia e logo de imediato se comparar àqueles que já se exercitam há meses ou anos e ainda acompanhados de perto pelos melhores profissionais? É exatamente isso as que pessoas com esse problema fazem. Imagine o que aconteceria se um jogador em início de carreira passasse a se comparar com Lionel Messi no aspecto da corrida, do drible, da quantidade de gols, no pique, nas cobranças de falta ou nos títulos? Ou imagine um ator iniciante querer atuar repentinamente como o Antônio Fagundes? Obviamente não teriam sucesso, pelo contrário, somente estariam criando um fardo cada vez mais pesado que os prejudicaria em toda e qualquer caminhada.

Um dos grandes erros de quem sofre de baixa autoestima é sempre esperar pela aprovação dos outros. Isso realmente é o xeque-mate para a morte em vida. Outro erro que vale destacar é que essas pessoas sempre estão pensando no que estão pensando ou falando delas. Essa preocupação excessiva pela opinião alheia mesmo sendo desnecessária pode e faz grande diferença na vida dessas pessoas, infelizmente.

Um fator importante a destacar é que muitas pessoas querem formatar a sua realidade baseada em estereótipos que julga serem bons na mídia ou no mundo dos famosos, por exemplo. Milhares delas seguem algumas personalidades nas redes sociais e posteriormente passam a se comparar a elas. E muitas vezes não atinam ao fato de que essas personalidades têm uma vida completamente diferente e condições financeiras substancialmente diferentes às delas.

Alguns pequenos traumas relacionados a espinhas na adolescência, problemas com os cabelos, excesso de pêlos, excesso de peso (seja pós-parto ou não), bullying na infância e até mesmo a questão do melasma em mulheres adultas são fatores que culminam na diminuição drástica da autoestima, ou o contrário também ocorre: quando a autoestima baixa, alguns desses sinais surgem manifestando no corpo.

A autoestima é construída ao longo da vida por experiências e situações vividas. E se por acaso alguém passou por uma situação constrangedora no passado, esse episódio e todas as informações relacionadas a ele estão armazenados no subconsciente. Essas informações podem ser acessadas com hipnose clínica. O hipnoterapeuta pode identificar a causa através de uma regressão bem tranquila e depois trabalhar a ressignificação. Isso pode ser muito rápido e certeiro e a pessoa passa a ter um novo pensamento que irá refletir em um comportamento totalmente diferente ao que tinha antes da hipnoterapia. E também caso ela queira, pode passar a ter uma autoestima bem mais elevada como jamais teve na vida. E isso certamente irá ser muito útil no convívio social, nos relacionamentos afetivos, na escola e no trabalho.

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